O 'S' e o 'E' do ESG se encontram no bem-estar animal. Cadeias produtivas que dependem de animais concentram riscos ambientais, sanitários e sociais em um mesmo ponto.
Investidores institucionais passaram a exigir transparência sobre origem, rastreabilidade e práticas de manejo. A ausência de dados já é lida como risco.
Do outro lado, negócios de impacto mostram que inovação e responsabilidade convivem: proteínas alternativas, cosméticos sem testes em animais e logística com menor pegada de carbono.
A conversa madura substitui a acusação pelo dado. É assim que se muda um setor inteiro.